O governo paga quando o orçamento permite. Você não precisa esperar por isso: a cessão transforma seu precatório em dinheiro no presente — com contrato, critério e segurança jurídica.
O governo federal iniciou 2026 com cerca de R$ 64,3 bilhões em precatórios pendentes; estados e municípios acumulavam R$ 193 bilhões em atraso ao fim de 2024. E a EC 136/2025 mudou as regras do jogo: o ritmo de pagamento depende, mais do que nunca, das decisões fiscais de cada ente devedor.
Para quem pode esperar anos, é uma loteria de orçamento. Para quem precisa do dinheiro — ou simplesmente prefere certeza a promessa — existe a cessão.
Depende do ente devedor (União, estado ou município), da posição na fila e do prazo estimado de pagamento. O valor sai de um cálculo: recebível estimado descontado por uma taxa sobre o prazo. Use o simulador para uma faixa indicativa — a proposta real sai da análise do caso.
Sim, quando feito por cessão formal: contrato escrito, pagamento na conta do titular e habilitação do comprador nos autos. Desconfie de quem promete valores sem analisar o processo ou pede qualquer pagamento adiantado.
Sim. Avaliamos os três — o ente devedor e seu histórico de pagamento entram no cálculo do prazo e, portanto, do preço.
A Emenda Constitucional 136/2025 alterou as regras de pagamento de precatórios — entre outros pontos, o tratamento orçamentário das dívidas da União e limites para estados e municípios. Na prática, reforça que prazos dependem de decisões fiscais de cada ente, o que torna a análise individual ainda mais importante.
Não. A análise é gratuita e sem compromisso. Operação séria nunca cobra do titular — nem análise, nem 'taxa de liberação', nem custas.
Simulação em 30 segundos · análise completa gratuita · proposta com o cálculo aberto.
Simular agora Enviar meu precatório